No caso de Almada, a defesa questionava decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) que negou liminar e o manteve na prisão. Como o TRF4 já proferiu nova decisão no caso, o pedido ao STJ ficou prejudicado. Com isso, o executivo permanece preso. No caso de Duque, já houve decisão do Supremo Tribunal Federal mandando soltá-lo.
O terceiro habeas corpus, impetrado em favor de João Procópio Junqueira, apontado como auxiliar do doleiro Alberto Youssef, foi adiado a pedido da defesa, que deseja apresentar memoriais aos ministros que compõem a Turma (HC 302.604).
O quarto caso analisado foi um agravo da defesa do empresário Carlos Habib Chatter, que questionava o indeferimento do habeas corpus pelo relator em razão de deficiência na instrução do pedido. O agravo foi rejeitado pela Quinta Turma (HC 305.944).